sexta-feira, 31 de julho de 2009

O Quinto Corpo






O mito Egipcio tem o Sahu como o maior dos 5 corpos humanos.
O Sahu - quando é descoberto, é o corpo espiritual através do qual o sacerdote percebe
os trancedentais "deuses" e usando o transcedentalismo dos "deuses" (poderes divinos)
realiza SUA transformação espiritual - aí, a Personalidade deixa de ser usada, para ser usado somente, a Essencia Divina dos Deuses.
clarisse

quinta-feira, 30 de julho de 2009

O Coração, é o maior misterio do Mundo.







O Coração, é o maior misterio do Mundo.
O Coração bate, sofre, clama pela morte, quando ele, o coração, ama quem não lhe corresponde.
O Coração ajuda a prece daquele que se ajoelha ante o ídolo à quem pede ajuda para o Espirito.
A Devoção é uma fatia do Universo para aquele que procura o Caminho Secreto da Transformação para a Libertação do Momento.
De Transformação em Transformação, o Coração é o Caminho Seguro para aquele que suplica ajuda ao Espirito Revelador e Condutor.
O Coração, é o Sol do Universo.
Sem Amor, ninguém caminha.
Amor a Si Mesmo é a Única Estrada para Ver Deus dentro de Si.
Ao mesmo tempo, esqueça-se de Si Mesmo, para que a Entrega seja total à Revelação Divina.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

O Papel da Personalidade




O Papel da Personalidade



Isso por que trabalhamos o "tempo todo" e defendemos como uma fortaleza a defender, se dissolverá, em "Deus," porque "personalidade" é defendida por nós, e "Deus" não "se interessa" por personalidades.
Nós não evoluimos, são os atributos que evoluem.
Até um certo ponto, é consentido que a "personalidade" comande o espetáculo, mas chega o momento que a "ação", o Sahu, começa a se apoderar da regencia.
O desprendimento de Si Mesmo, passa a ser "apenas uma observação" e a entrega à "Deus" é apenas o zêlo "do que restou" e que ainda necessita um pouco de "nossa Personalidade".
O Buda desaparece; mas, a Essencia despertada não está sem fiscalização.
É para isso que vivemos, Até um Certo Ponto.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Privilegio




Sim, por terem os condutores espirituais me deixado a lembrança de vidas passadas, a mais acentuada, a última, no Sul da India, poderia me sentir uma privilegiada.
Acredito que muitas pessoas possuem lembranças das vidas passadas, mas, têm medo de recorda-las, ou a religião que seguem, atrapalham nisso, senão aceitam.
Apesar de naquele lugar da India, eu estar sempre rodeada de gente - em casa, com a familia (casa pobre e familia pobre) e no templo, com os sacerdotes, as outras devadases, e o povo que enchia o recinto sagrado, eu trazia comigo, a solidão-de-mim.
Esse espaço, solidão-de-mim, continha o que minha Alma, não digerira - e essa espécie de fome sustentou o vazio-de-mim, porque esse vazio, é uma procura, algo que nem sei o que verdadeiramente anseio. O corpo, a carne, alimenta solidão, enquanto o Espirito, briga com ela, a Solidão. Quando estamos no Espirito, a carne deixada na Terra, temos um vislumbre do que sentimos falta na Solidão, mas, os mundos da carne e do espirito, são diferentes, muito diferentes...
A estreita estrada de terra entre as touceiras nas margens, era um complemento para mim; assim eu a percorria, da casa para o templo, do templo para casa; e nesse percurso, eu ia digerindo meus pensamentos... me lembrava de areia e vento, mas não sabia como existia o Egito... As vezes, mestres vindo de outras terras, paravam na minha aldeia e falavam da Pérsia, do Egito, do Tibet...e eu olhava o descampado daquelas terras do Sul da India e do magnifico céu azul que se estendia sobre elas...e pensava: - teria eu vivido nessas outras terras? E assim, sempre, faltava "um pedaço de mim em mim" .;mas, mesmo assim, eu me completava para viver, mesmo aos pedaços, eu era obrigada a viver...
O Privilegio da lembrança de uma vida passada, não nos torna melhor do que ninguém, ao
contrário, sofremos mais, por incompreensão...mais perdas e mais lembranças!

segunda-feira, 27 de julho de 2009

O gato



O gato


Havia um gato preto e branco sobre o muro.

O gato havia escapado de um ou mais cubos espirituais
que formam o Universo Imediato, cubos mais materiais
e às vezes mais espirituais e que se transformam
sem cessar na existencia da vida e que escapam à
nossa percepção;
isso havia acontecido com o gato, pois, por uma dis-
tração, os Genios Fazedores do Universo, deixaram
escapar alguns complementos que se perfizeram
no Complemento-Gato.

Uma mulher de olhar penetrante - com a visão apoia-
da nas mutações felinas, se refez na contemplação do
gato.

O animal miou, sentindo o olhar humano endereçado
a ele - depois, estirou seu corpo numa graciosa curva
e começou a esfolar o muro com as garras abertas.
Em seguida, pulou no chão.

A mulher se agachou e começou a acariciar o gato,
percorrendo com sua mão pequena e macia o lombo
de pelos quase imateriais.

Não sentindo agressividade, tomou o felino nos
braços e com ele, entrou em sua casa - bela,
arrumada, fria e sem alma.

Sentou-se no sofá com o gato ao lado, ronronando
junto à sua coxa - única vida para seu olhar
penetrante, que nem assim se deu conta de que
ainda não existia amor.

domingo, 26 de julho de 2009

Confronto





Confronto



Desde o instante em que o Um "se contempla", existem "Ele e o outro", os opostos, que adotarão múlotiplos nomes, cada um deles correspondente ao caráter distinto de um momento dado em qualquer manifestação da vida. Diante da ordem e da harmonia- se situarão, inevitavelmente, a desordem e a discordancia-; trata-se de uma necessidade inerente a toda criação, na qual nada pode existir sem o seu oposto. (Misterios Egipcios - Lucien Lamy)
O que é que não faz parte da Imaginação dos Homens?
Aquilo que não tem Nome e que nossa Ansiedade Espiritual se transporta como o latejar na Criação - as Batidas do Coração.
Do Fundo do Universo, vêm essas batidas, repercutidas.
Com o desencarne, cessam as batidas dentro de um corpo, mas o latejar se transporta em outra Dimensão.
Dentro dos ouvidos, o Cosmo, continua a latejar no humano - quiçá, em todos os aspectos de Vida, porque nos ouvidos, está o equilibrio físico.
O Equilibrio é a grande Balança, a medida exata que procuramos e não temos como encontrar.
Desaparecemos quando nos perdemos da materialidade e desconhecemos como manter
no Espirito?
Nos apegamos a um representante de Deus - ao Corpo de Um Divino Mestre...
Essa chegada é Maravilhosa!
Se desde Agora nos imaginemos em fusão com a Cristandade e agindo Por Ela em tudo,
como dentro do Budismo, do deus Krishna, a repercursão longinqua do Tao, o resplendor do deus Apolo, cesse os toques da Repercursão do Universo, não existem ouvidos nem coração, mas a "Existencia" pode se manifestar pelo Avesso...
E o que é o "Avesso"?

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Nem tudo é lembrado





Nossa estrutura, é do tamanho do Universo.
Mas, com o correr dos Anos, vamos esquecendo muita coisa.
Comparecer diante do Mestre escolhido, estamos pondo diante dele, muitas deficiencias nossas - mas, quantas outras, esquecidas...
Ha uma maneira de colocarmo-nos por inteiro, diante do Mestre;
- é, quando não escolhemos, e a sensibilidade do Mestre capta o nosso desequilibrio.
Surgimos como Sombra Divina, pois a Luz nos é impossivel de apresentar.
Mas a Sombra tem tanto da Luz como o do esquecimento.
A Compaixão recebe a Sombra como Coisa Preciosa e a Sombra Divina Semi-Revelada, já nos parece o Universo!

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Ponte



Ponte



Em Frankfurt, Alemanha, existe uma espécie do que aqui no Brasil, chamamos de "largo".
Largo, é uma praça fechada, com lojas.
O largo, com casas em estilo romano, chama-se "Rõme" e perto dali, fora do largo, fica a casa do Escritor Wolfgang Goethe, autor do "Fausto", historia de um mago.
Meu grande desejo, era entrar na casa de Goethe, me sentar em algum lugar, e entrar em meditação. Eu desejava ser penetrada pelas emanações espirituais que construiram o drama de Fausto.
O sacerdote ou médium que recebe emanações de um procedimento espiritual, fica transparente, aos olhos dos "sensiveis" e dele mesmo; por esse processo, eu desejava me expandir, expondo minha alma transpassada pelo que restou ali das "emanações" de
Goethe, mas, isso não foi possivel, pois ao bater na porta do pátio da casa, operarios vieram dizer que o prédio estava em obras e não era permitida a entrada de visitantes.
A estreita porta cerrou-se à minha frente, enquanto ainda eu mantinha as mãos nos muros cor-de-rosa, na esperança de que, mesmo através dos muros, eu recebesse alguma "emanação".
Os olhos de Wolf, o Lobo, restaram na atmosfera que rodeia a Alemanha, imagino eu, pois o olhar fixo, transfixo, as pupilas luminosas como jóias dos magos, são conservadas pelo luar que guardam as noites, hoje como templos misteriosos da magia sonhada pelos poetas.

terça-feira, 21 de julho de 2009

O ACALANTO AO SOLDADO




Na Floresta Negra, em Frankfurt, Alemanha, o Imperador Romano, Adriano, construiu um Castelo, para repouso da soldadesca.
Hoje tem a estátua de Adriano em bronze, diante do Castelo.
Visitei esse Castelo, em companhia de minha amiga alemã, Betty Preetz.
Embaixo, uma espécie de porão do Castelo, tem um museu de "coisas" romanas "daquela" época... exemplo: sapato do soldado... em tiras de couro, mas.. que pé! Enorme pé! As lanças de guerra, as construções em miniatura de madeira para pequenas "estações"... pois o ditado "Todas as estradas vão à Roma", é bem aplicado! A Europa inteira, ouviu a marcha dos soldados romanos...
Sacerdotisas druidas podem ter se encantado por eles, os romanos... e podem ter sofrido muito ao sacrifica-los aos seus deuses!
Ontem, já bem tarde da noite, um soldado me telefonou aflito pela saude do filho, ja homem, e prestes a ser pai também. Um soldado mestiço, como o são os brasileiros que vêm das familias formadas pela mestiçagem dos antigos povos do Rio de Janeiro...
Ele não estava perto de mim, mas como uma ajudante das antigas religiões Celtas, eu o acalentei, como se sua cabeça estivesse apoiada sobre meus joelhos, eu sentada, nas pedras à volta dos "dolmens", próximos aos antigos templos.
O acalanto da mulher, ao guerreiro, ao soldado que vive em favor da vida para a morte!

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Um lado Etéreo, outro Material






(Foto de Alberto Cesar Araulo)

Os dois mundos, não poderiam ser iguais.
O mundo da Morte, dos Espiritos, das Almas, do Estoplasma, das Energias... tinha de ser feito mesmo, de outra Densidade - porque, se assim não fosse, os dois se chocariam; no entanto, se convivem, porque a Densidade diversa, faz com que se completem, e o humano, se sente bem no confronto, pois essa oscilação faz parte do Ser Humano, em Si, e no seu organismo, na dependencia das Energias.
Também, o Etéreo, é na Verdade, a Vida do Homem. É no Etéreo que o homem compõe,
e no Etéreo existe a Escala em que o homem se agarra, para se consolar, se reabilitar e almejar sua Transformação.
Não havendo "Ponto Fixo", o homem não tem porque se lastimar, pois a Transformação não lhe dá lugar algum e o Etéreo ininterruptamente coloca sempre um outro homem no lugar "do outro homem".
A Renovação e a Transformação, é uma perda constante de Si mesmo para um ganho que o homem às vezes deixa escapar pelo pecado da Não Observação.
Apenas se pode observar o Progresso Espiritual; esse Progresso se coloca num degrau da Escala que nunca podemos separar, pois o Espirito se esconde a Si mesmo.
clarisse

domingo, 19 de julho de 2009

Imaginação




Não quero ser as batidas do coração de Deus;
- a existencia, da Saude de Deus; pois,
o Organismo da Criação,
ainda assim,
não me traz nenhum conhecimento.
O cérebro de Deus,
o Controlador do Organismo,
é uma Ordem
para a Existencia.
O "caso" é pensar:
- Eu Existo
Não, não existo.
Deus Existe.
clarisse

quinta-feira, 16 de julho de 2009

As Diversas Regiões do Espaço




As Diversas Regiões do Espaço

(Na foto: Amarante, Piauí)

Sou eu na minha tristeza ou é a região que atravesso, mesmo reencarnada?
O importante é a região.
Os estágios é que comandam; a alma tem a impressão de que "rola" pelo Espaço, tanto fora da carne, como encerrada nela.
A Evolução se encarrega de por em confronto a Alma com o Estágio.
Se nos apegarmos à Alma, não nos abrimos à compreensão para a Evolução.
A Alma não se desintegra no Estágio, ha algo no Estágio que a Alma pode se aperceber, e as Almas podem se enriquecer com esse apercebimento.
Nada se engrandece na Evolução, mas se coloca de acordo para o equilibrio da Direção Divina.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Sentado à margem do Caminho





Patanjali

Dhyana é uma fonte continuada de sabedoria sôbre esse objeto.

A posição do ser humano, ciente de que ele é uma fonte de sabedoria sobre qualquer objeto, tramando do exterior para o interior, e não tendo certeza de quanto o exterior repercute no interior e quanto o interior é projetado no exterior, porque as imagens do Mundo conseguiram lugar no ser humano, devido a sua observação, e, também, ao seu critério da colocação das coisas. Uma existencia com boa saúde, torna o homem satisfeito, assim como a saúde frágil transforma o homem num amargurado.
A posição da Vida, com pouco ou muito dinheiro para viver, transforma o homem num contemplativo, aliviando seu infortunio na contemplação da Natureza.
A arte, literatura, música, dança, pintura, escultura, canto, transformam as coisas do material para a avaliação espiritual.
Mas, ainda assim, isso tudo é um sonho... a Beleza que cada Ser transpõe para a arte, é uma fuga para o Eterno, para eternizar sua obra. Ainda assim, o homem adquire a noção de algo, que, mesmo um pouco adiante de seu nariz, esse algo do qual se pode abranger que esteja ao alcance de sua Consciencia, só vai um pouco além... Além do que, é imensuravel... Vivendo num mundo de incertezas, imaginação e sonhos, o homem tenta se colocar da melhor maneira para viver...
Ensinam para o homem, que a Realidade é Deus.
Então, o homem tenta "a sua maneira" absorver Deus.
Porque a única coisa que importa ao homem, é não desaparecer, é existir, para ao menos para si mesmo, ter ciencia de que tudo por que ele passou, não foi em vão... teve a sua razão de ser.
No entanto, para mim, o único que importa, é desaparecer cada vez mais na Divindade...
Ainda que, a Divindade seja um Sonho para o Ser Humano, que não tem a minima noção do Além; para ele, o homem, um animal, sobre o Além da Eternidade...
clarisse

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Silencio



Silencio... será a falta de tudo?
A Aparencia, é o Silencio mudo?
As vozes, os ruidos, são expressões de alguma coisa?
Tudo é aparencia, inclusive o Silencio.
A Realidade tem várias fisionomias.
A Verdade, dissolverá a Humanidade, esta, criada para se enredar e competir com as Aparencias da Criação.
A Dissolução, também é Criação.
O que existe após a Dissolução das Formas?
A Mente, uma Quimera, necessitará ser Destruida? E sendo destruida, renasce, como as várias cabeças da Quimera? - porque - é impossivel destruir a Mente, a Senhora de
Tudo? Que Destino está reservado ao Homem, recolhido do Oceano das Aparencias, e sem se saber Quem Ele é?
- Eu sou um Espirito, a quem deram uma Aparencia, Polaridade e Destino.
O Labirinto, na Verdade, é a volta da Partida.
Ó Tempo Verdadeiro da Conjugação, é o Presente.

sábado, 11 de julho de 2009

Os momentos são de alguém


Vieste
me dizer que tinhas
outra mulher
Eu sempre soube
que gostavas de mim
Desejo que sejas muito feliz
Porque estou sempre
Nas sombras da morte
No amor,
que descobri ser eterno
para mim, pelo menos,
para mim
Por enquanto,
a Eternidade,
é esse homem...
clarisse

quinta-feira, 9 de julho de 2009

terça-feira, 7 de julho de 2009

Livro dos Mortos dos Antigos Egipcios - Grégoire Kolpaktchy


Eu sou Horus que percorre milhões de anos
A Palavra e o Silencio estão equilibrados em
minha boca
Sentado em meu Trono eu exerço o comando ...
Na verdade, minhas Formas agora estão invertidas
Eu sou Unnefer, o Ser perfeito,
Deus que se conforma aos Ritmos dos Tempos.
Minha essencia está escondida no meu Ser.
Só estou!... Só... Só...
Só percorro as solidões cósmicas...
Em verdade, eu moro no Olho de Horus
E nenhum Mal não saberá me atacar.
Eis que abro as Portas do Céu
E que envio Nascimentos para a Terra
E a criança por nascer
Não será atacada pelo sentimento que o envia `a Terra...
Eu sou o Ontem.
Eu sou o Hoje.
De inumeras gerações.
Eu sou aquele que vos protege, todos os dias de vossa vida. .
Oh vós, habitantes da Terra e do Céu!
Aqueles do Norte, do Sul, do Leste e do Oeste!
Na verdade, o pavor diante de mim serra vosso coração!
Pois eu me modelei e me formei a mim mesmo.
Interpretação de Clarisse
Eu sou o deus Horus que percorre milhões de anos. Portanto, sou igual à um deus. Sou como um deus. A Palavra e o Silencio, estão equilibrados em mim, pois tenho essa origem, e minha vida na Terra, tem que reabilitar essa separação. Sentado no trono como
um deus, e tendo natureza divina, eu posso exercer esse comando. As minhas "formas" na Terra estão ao contrário das que estão no Lado de Lá, o lado da Morte. Eu sou um Ser perfeito, que como deus, se conforma ao ritmo dos tempos. Minha essencia divina estando em mim, transforma isto e harmonisa. Só estou, Só percorro as Solidões Cósmicas, porque as conheço, e o Cosmos e eu somos como semelhantes. Moro no olho de Horus, e mantido na Vida do Deus, nenhum mal tem poder de me atacar - desde que eu saiba me equilibrar com o deus. Eis que envio almas para nascerem na Terra, e
a alma nascente, não será atacada pelo que motivou sua encarnação, pois lhe porei ao alcance sua defesa. Aquele que é senhor do ontem, do hoje e do amanhã, lhes dá a Eternidade, que é sua Herança e o poder de urufrui-las. O pavor diante de mim cerra vosso coração - o que atemoriza a divindade, cerra vosso coração, mas estejam lembrados, se o deus se fez a si mesmo, vocês têm esse mesmo poder.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

O Envelhecimento do Espirito



O Envelhecimento do Espirito

Clarisse de Oliveira

Já lí, não me lembro agora onde, que o Espirito Envelhece.
Se for verdade, o envelhecimento não será do Espirito, mas, de sua atuação. Retido na sua crisálida, o Espirito, ja esgotando o que lhe está por fazer, de acordo com sua atual capacidade, ele, em seu "especial organismo" já se exprai em outra Dimensão; assim, ele "renascerá" para outra aplicação; portanto, são os Estágios que se apresentam diferentes, e os Estágios fazem parte da Eternidade, mas também, fazem parte da Transmutação.
A atuação do Espirito, depende da "Região", e não dele. O Espirito se adapta e se transforma. A Inteligencia, é um Livro Divino, em que, conforme a Evolução, se capacita ao mais apto para maior discernimento e compreensão.
A pretensa Solidão, é esquecimento do Espirito. O Espirito tem capacidade para se auto promover, desde que, a Direção da Promoção, seja vinda de Deus.

sábado, 4 de julho de 2009

A árvore da morte




Aos nos dirigirmos à árvore de Pequi, cujos frutos eram os preferidos do Dr. Lund, o dinamarquês que retirou esqueletos de animais antidiluvianos da Lagoa Santa, Minas Gerais, afim de sermos filmados numa homenagem do Centro de Arqueologia Brasileiro, me apontaram imensa árvore, me dizendo:
- Naquela árvore, Fernão Dias Paes Leme, enforcou seu filho, que estava sempre ameaçando se apoderar da chefia da Bandeira.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Comunicação com um fantasma‏


Ah! Pudesse eu, te revelar ao mundo!
Pudesse eu, como Ptonisa, Ptonisa de ti, intuindo tua mensagem, que, por palavras, poderia te revelar ao mundo.
Afinal, oculto entre as brumas do Espaço, quem dará valor às tuas palavras?
Existes? Sim, existes...
Violento, sábio, a espera de uma sacerdotisa só para você.
"Deus percorre um caminho misterioso
Para executar os seus milagres;
Deixa suas pegadas na água,
E cavalga a tempestade
William Cowper
Planeta - Toques de Sabedoria"
Parte III - No Caminho da Transformação"
Se, pertencemos ao Organismo de Deus, fazemos parte dessa caminhada sobre a água,
e envolvidos na Tempestade, mal somos identificados; nossos valores morais, nossas faltas, que como parte do Organismo de Deus, teriam suas razões para serem perdoadas,
quando nossa Transformação revelasse o que de melhor existe em nós.
A Percepção da Verdade, é sutil, mas, compreendemos que é Verdade, porque a Verdade não se mascara.
A comunicação com as Almas, faz parte do mundo dos Vivos, uma vez que, o mundo é das Almas dos Vivos.
A percepção do Espirito, faz parte da Sabedoria, mas a percepção da Alma, faz parte da vida humana - os problemas da cozinheira, na sua pobreza, com a sua familia, no momento de matar uma galinha no quintal, para os patrões, é Alma, aí está a Alma, que os comedores de carne não percebem e como têm o sentimento embrutecido,
podem gritar:
- A Alma não existe!
O animal morto barbaramente, ainda se for exigido "ao Môlho Pardo" com a cozinheira segurando o animal que estrebucha, para o sangue ser colhido para o môlho, A Alma, está presente... se fosse percebida, essa barbaridade não seria feita...
É muito fácil o ateu gritar a descrença... o corpo sofrerá na doença, e a Alma que não pode ser maculada e por isso poderia ser refúgio e restauração para o humano, está ao seu alcance, mas o humano não sabe o que está percebendo... quase como um animal...
clarisse

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Em Veneza




O mago Gianfranco, subiu ao seu quarto, após um passeio pelo cemitério de Veneza.
Ele contemplava distraidamente uma caixa de prata, em que guardava abotoaduras.
Veio-lhe à lembrança, a imagem de Clara, a pequena Clara, de longas tranças de cabelo castanho.
Onde estaria Clara?
Gian, como era conhecido na cidade, dera à Clara, um cortador de papel, cujo cabo, era como o "amarrador" de madeira da ré das gôndolas; isto é, como um "pente" entre cujos dentes, ao encostar a gôndola, amarrava-se o barco, passando a corda por entre os "dentes de madeira" ao mastro do ancoradouro.
Por onde andaria Clara?
Deitou-se o mago em sua cama de madeira dourada, contemplando o teto, pintado de azul.
Seu pensamento viajou ao encontro de Clara.
Ele a encontrou, aparentando uns trinta e poucos anos, pensativa, com uma cruz de madeira negra, engastada numa cruz estojo, de prata.
Parecia solitária, não aparentando que tivesse casado ou morasse com outras pessoas na casa onde residia.
O mago encostou seu corpo fluido junto ao corpo carnal da jovem.
Ele a sentiu muito triste e projetou em seu espirito, a idéia de que poderia se locomover sem o corpo carnal, para muitos lugares, onde observaria paisagens do outro lado da materia.
Logo, Clara saiu de seu corpo e o espirito de Clara, encarou o espirito de Gian. O mago fez um sinal com a mão, para a janela aberta do quarto, intuindo-lhe a possibilidade da liberdade em espirito.
Clara logo percebeu que tinha de reter a parte alquímica do novo ambiente: a parte alquímica, não tinha nada de comum com o ambiente material conhecido. Clara se tornara "outra pessoa", leve, sem um resquício de mágoa ou ressentimento. Como se tivesse recebido um banho de eflúvios revificadores, ela se recompunha num estágio semelhante aos que entram em êxtase.
O mago a contemplava bela, magnifica, emanando uma luz reconfortante, da qual Clara poderia usufruir e também enviar para outros seres.
O mago em espirito, regressou à Veneza, estando ciente de que agora teria uma fada à sua disposição.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Fortaleza indomavel




Fortaleza indomavel.
Aquele que varou mais de duas centenas de anos.
Felizmente, tem a mim, para zelar pelo seu valor, para os séculos vindouros, quiçá, os milenios.
Orgulho-me de ser a pedra sobre a qual ele apoiará o pé, para dominar o planeta e o Céu.
Até, se a pedra se esfarelar em terra, que a terra seja enriquecida pelos meus restos, até o Infinito.
No Infinito, para ele, serei sempre o Começo - em tudo - nos percalços, na Vitória.
Poderei me perder, ficar sem voz no Eco do Infinito, ainda que em Eco, lutarei com ele,
para que nunca se perca uma batalha.
clarisse