terça-feira, 21 de junho de 2016

A RAINHA DO EGITO

Ank-Sen-Amon, rainha do Egito



No Espaço, o Ante vem depois, o Depois vem Antes.
Muitas vezes, as qualidades de uma Alma vêm antes dos defeitos e muitas vezes, os defeitos vêm antes das qualidades, pois estes são caracteristicas da impossibilidade da reposição do que é eterno.
A rainha viuva de Tut-Ank-Amon, segundo a historia baseada em seus feitos, não era humilde.
Os homens, somente os homens, entre os do povo, eram autorizados à Iniciação Secreta na Grande Piramide do Egito; as mulheres, somente as da realeza, podiam ser Iniciadas.
Ank-Sen-Amon, lançou mão de todos os arteficios para continuar num trono ao qual não tinha direito, pois não podia ser Regente, em vista de ter perdido as duas filhas ao nascerem.
As vezes, admitimos um Erro em nossa Alma, por não podermos "lutar" sem esse erro.
Esse "Erro" é um calço, em que nos apoiamos, por não termos ainda uma Visão de Altura de Plenitude, que nos permitisse "realizar" e não "lutar" para uma certa Ascenção no Espirito.
Não se sabe o fim de Ank-Sen-Amon, ao ser deposta do trono do Egito: se fugiu, se se suicidou, se admitiu viver "humildemente" na Terra que comandara, tentando vários meios para permanecer no Comando do País.
Um bom lugar para Ank-Sen-Amon, seria como Sacerdotisa na Grande Piramide: apagada para a Humanidade, mas cintilante no Universo, talvez, cingindo o cinto das Estrelas de Orion, sequencia de Astros repesentada pelas tres Piramides no Deserto.
clarisse