quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Amor Inesquecivel


Amor Inesquecivel



Estava com problemas particulares,
íntimos,
sabendo que tinha que resolver tudo
comigo mesma
As respostas não vinham: nem da Alma,
nem do Espirito
Mas, como não existe "um lugar para nós"
Tudo de repente pode ser nosso
Tudo de repente desaparece
Tudo de repente, nunca existiu
Aflição, mágoa, desespero, tudo muda
de lugar, de um momento
para outro.
Inesperadamente,
me senti abraçada,
num momento de eterno Presente
o abraço que ainda faz parte da minha evolução,
e que felizmente não está na Terra, não se desgasta,
não muda, não se transforma, ainda é o mesmo,
por quanto tempo, não interessa, pois se existem
os Planetas,
nosso Amor existirá tanto tempo quanto as Galáxias,
porque Ele e Eu conseguimos fazer eternos nossos
Suspiros
nigi e clarisse

sábado, 7 de fevereiro de 2009

As Entranhas do Espirito



As Entranhas do Espirito


As Entranhas do Espirito, são as mesmas do Cosmos.
Os órgãos do Espirito, são intestinos esticados, dando voltas e mais voltas pelo Cosmos.
O Cosmos são as entranhas dos Universos, glândulas das Galáxias.
Assim como os humanos tiveram ancestrais animais, o Espirito teve ancestrais cósmicos, galáxicos.
As bactérias, vieram à superficie da Terra, expelidas pelos vulcões, trazendo o principio da Vida. Essas mesmas bactérias, que têm o principio da Vida, podem nos destruir como possantes infectos.
Em relação ao Cosmos, o Espirito sendo limpo e higienico pela Divindade, elimina as bacterias cósmicas porque tem poder de dificil contaminação.
Os Santos e Evoluidos, eliminaram as Distancias, porque prevaleceram a Atmosfera Cósmica.
"Desejo continuar no Templo", disse minha Alma aos Espiritos que zelavam pelo Templo, na India - "minha familia não pode vir aqui e nada receber"; "sou responsavel por ela".
Essa força ficou sustentada século e meio.
Nascida com sérios problemas de saúde, como se os órgãos humanos não estivessem compativeis com a encarnação subjugada à continuação da Vida no templo, aguardei o momento onde pude me desprender do imenso oratório católico de madeira negra, e pude, enfim, me entregar totalmente à Atmosfera do Templo Hindu.
Fraca e debilitada de saúde, quando subi os baixos degraus do Templo, e o reconheci no impacto de minha memória transcedental contra suas paredes de pedra, ali, enfim, descansei para continuar em Espirito, a pequena interrupção entre a Vida e a Morte.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Quem sabe?




Quem sabe?



Nós fomos os criadores de nossos deuses, ao contrário de que eles é que regiam o mundo para o qual fomos criados.
Desde os deuses do Egito, aos da India, sua similitude conosco; nós é que os criamos e os colocamos como regentes nossos.
Nosso planeta tem milhões de anos...
Desde os primórdios, viemos manipulando nossos deuses.
Ultrapassar a barreira dos deuses, é impossivel, pois somos nós na matéria do Sonho.

Imaginemos o planeta Marte, por exemplo.
La, a atmosfera é outra, as criaturas ou habitantes do Planeta, são de acordo com sua contextura. A regência do Céu deles é completamente diferente da nossa.
Os seus deuses, concernentes com os seus caraters, têm outros simbolismos.
E assim por diante, no Universo inteiro, as etapas são diferentes..
Que poderemos pensar sobre a Sabedoria dos Venusianos, se nada sabemos como Venus se fez habitavel para seus residentes?

Shiva, o deus hindú, em Marte:
- o Transformador.
O que existe em Marte, para Shiva transformar?
Não temos a minima idéia de como são os marcianos, para Shiva agir como transformador. Talvez lá, em Marte, o carater, as emoções, de acordo com a historia do
Planeta, sejam completamente diferentes de nós.
Em outro planeta, deve existir uma outra forma de Amar.
Será como aqui, entre duas criaturas, se dilacerando para o sempre, se perderem uma a outra, uma parte sua é levada com a outra, na morte, na traição, numa entrega que não mais nos interessa?
A Alma Gêmea, é um jogo que se perde para os deuses - os deuses criados por nós, com nossas semelhanças, os deuses que se transformam no Infinito, quando os perdemos, quando não mais podemos tomar conta deles...
Uma vez que os criamos, valemos mais que os deuses?
O Infinito continuará regendo os Finitos...
Ou os Finitos continuarão regendo o Infinito?

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Conversando




Conversando


Nada no mundo, feito pelo homem, nos dá a Verdade do Existir.
Só a morte, que não é alimentada pelo homem, pode nos dizer a Verdade.
O que a Morte diz, não podemos duvidar.
É facultado ao homem, questionar, meditar...perguntar por "Deus".
Foi-me dado uma incumbencia: - Vais atravessar a Morte, e dirás: - Vim da Morte e voltarei à Morte quantas vezes quiser... Assim me foi facultado.
Como voltar à Morte?
Se quiser, irei ao templo do Sul da India onde viví, quantas vezes quiser...
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Os psiquiatras, dizem:
- Só vale o momento presente.
E eu digo: - O momento presente é um ponto em torno do qual não podemos evoluir. Se
nos voltarmos para dentro de nós mesmos, lá dentro, onde tantas vezes, passamos pela morte, aí rompemos o circulo, esticamos a linha que faz o circulo e vemos que essa linha é Infinita... e se o corpo não tem o direito do Infinito, a Alma e o Espirito têm.
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O que o psiquiatra sabe sobre a Alma e o Espirito?
A Alma e o Espirito, evoluem, se transformam... As coisas que transformavam o cerebro do doente psíquico, também se transformam... e podem estar numa zona interdita para o psiquiatra: - ações de Vidas passadas.
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É perigoso fazer "regressão".
A Regressão é uma ilusão para si próprio e para o que orienta a regressão.
A Regressão pela Alma é ilusória... e pelo Espirito, tem que haver outra conformação.
A regressão pelo Espirito, daquele que pensa não se recordar de coisa alguma de outra vida, só com a orientação de um Espirito Evoluido, orientando do lado da morte, para cá.
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Tive uma prova à caminho da India, a procura do meu templo.
Na Italia, fiz uma regressão.
O que, por muito "esforço" meu, nada se comparou ao verdadeiro reconhecimento do
Templo, quando isso se deu.
Visitei muitos templos no Sul da India. Em nenhum deles, houve impacto.
Depois de descrever para um taxista, minhas lembranças, ele me disse onde esse templo estava - "as montanhas atrás"....
Eu entrei no templo de cabeça baixa, pensando: - Mais uma decepção... - e de repente, me senti rainha daquele ambiente! Ergui a cabeça e explodi em pranto!
Diante do templo, não se vê "as montanhas baixas" atrás.... Eu não vi as montanhas das quais nunca esqueci, foram as paredes do templo que falaram comigo... só em fotos mais tarde, é que vi as montanhas... mas uma colina marron, que eu via sempre, constatei no terreno embaixo que hoje é um lago... la estava a baixa colina marron...

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Livre des Morts




Livre des Morts des Anciens Egyptiens - Grégoire Kolpaktchy



pg. 40
Ora, Hermes Trimegisto que recebeu por missão orientar a evolução historica do Egito por meio desses dois centros iniciaticos não era provavelmente de sangue egipcio. A tarefa que lhe competia era, - mesmo para um superhomem - , prodigiosa. Pois ele encontrava diante dele um povo obstinado, duro, quase ingovernavel; passavelmente, amoral, indiferente ao bem e ao mal; um povo, enfim, apaixonadamente atraido - em poesia e em sonho romantico - às doces alegrias da terra, indolente, incapaz de abstração e de interesse especulativo de nenhuma maneira.O Trimegisto soube transformar esta mentalidade e esse carater ao ponto de os transfigurar; ele fez do Egito "a Luz do Mundo".
Como ele conseguiu isso?
Sua maneira de resolver o problema por meio de ordem psicologica, esoterica, pedagogica, - numa escala mundial - , pode ser resumida da seguinte maneira.
A tarefa inicial tentava destacar da terra o pensamento egipcio e em lhe imprimir um sentimento de entusiasmo pelo Infinito espacial e para a Duração ilimitada. Fez-se considerar pelo povo o carater transitorio da vida terrestre, sua brevidade enganadora.
Por outra parte, a vida no Lado-de-lá era longa, talvez eterna... Como fazer para aí trazer o interesse e insuflar ao povo este enleamento apaixonado ao qual o Egipcio estava acostumado? É o ponto delicado da demonstração e é aí que a originalidade de Trimegisto
se glorifica.
A vida no Lado-de-lá, dizia ele, podia, sem nenhuma solução de continuidade, ser, ao menos por uma sábia técnica, indefinidamente prolongada e organizada à vontade.
Assim o Egipcio, com seu entusiasmo costumeiro, se lança em "corpo e alma" no oceano da magia teurgica e operatoria. Ele poderia descer bem baixo, tão longe quanto seu contemporaneo da Babilonia, apegado à magia negra; mas um golpe de Trimestregisto corta esse perigo; ele enxertou no "corpo" do Egito a sublime dotrina de
Zoroastro (Zorostro o Antigo que viveu milenios antes do começo de nossa era) e ensinou a esse povo amoral e "interesseiro" a importancia pratica da atitude moral, conforme à estrutura oculta do Cosmos.
Ele dizia ao Egipcio:
- Você quer viver com os deuses? Seja então puro e perfeito como são os deuses.
- Você quer ser um deus você mesmo? Seja digno! Que tua conduta sobre a terra seja
conforme as vontades dos deuses; que ela siga a ordem divina do Cosmos; então os deuses não terão vergonha de tua presença (capitulo XIV do "Livro"), e tu poderás lhes falar de igual para igual.
.....................
Assim, imperceptivelmente, o Egipcio se destacava da Terra; ele conquistara o ideal da perfeição moral. O plano de Trimesgistro, uma verdadeira alavanca de Arquimedes de ordem psicologica e esoterica, com as tres etapas de sua realização, conseguiu transformar o Egito do fundo ao cimo e o iniciar no Plerôme - o Cosmos espiritual - pelos
misterios da Morte.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Leão



Leão



É uma Fera.
Mãos pesadas para derrubar outro animal de grande porte.
O peso do corpo, é enorme.
Suas presas, de uns 10cm de comprimento, se forem iguais às do tigre, é uma arma de aprisionamento.
Mas, essa fera tem um poder estranho, uma vibração não identificada pelo homem, atua no ciclo da superficie do planeta.
Digamos, que essa vibração seja da cor do topásio, pedra brasileira, identica à cor das pupilas do leão.
O topásio mais comum, é amarelo claro, mas, o imperial, é amarronzado, e valiosissimo.
Nas pupilas do leão, tem os dois tons do topásio.
Estou escrevendo isto, por causa de um incidente entre um leão e eu.
Eu tinha uns quinze anos.
Com a chegada de uma prima do Sul, reuni uma turminha de rapazes e moças, de idade
parecida, de adolescentes.
Um domingo, fomos ao Jardim Zoologico.
Eu tinha um forte poder hipnotico sobre cães, já não tão forte sobre gatos; e num momento em que a turma foi ver outra jaula, eu experimentei hipnotisar o leão. As jaulas das feras, têm um cercado para evitar a aproximação das pessoas - assim, fica-se um pouco afastado.
A minha turma afastou-se, mas eu fiquei misturada com outra turma de visitantes e, em meio a eles, lancei sobre o leão, a força hipnotica.
Distante, o animal na jaula, me fixou.
Me movimentei, passando por detrás do grupo de visitantes, e, o animal caminhou na jaula, indo me esperar sair por detrás do grupo, no outro lado.
Como no meio a tanta gente, e a uma certa distancia, o leão sentia que a minha vibração o tocava?
A minha turma voltou. Hoje em dia, com o computador, o celular, o adolescente de hoje,
tem mais perspicácia dos daquela época.
Eu contei o que estava acontecendo; ao invés de se mostrarem curiosos pelo caso, debo-
charam duvidando.
Então, me movimentando pela frente dos visitantes e passando por detrás deles, repetiram-se os movimentos do leão me seguindo.
..................................
Essa vibração reside e faz parte da Natureza. Se não está nos olhos topásicos do leão,
está na atmosfera invisivel que nos rodeia. A fera a identifica; por que o homem, não?
Porque fazemos parte de um poder vibrátil que desde que nascemos, nos rodeia, e dissseminado na Natureza, dele, desse poder, não fazemos culto, não mostramos identifica-lo, não o usamos?
Não me refiro ao hipnotismo, mas sim, a energia que a fera identifica e a usa para mudar de atitude?
Pela manhã, quando abro as portas da varanda e ergo os olhos para a copa altissima do
Jequitibá, e digo: - Bom dia!
Eu ouço o rebate da minha saudação:
- Bom dia!

Complexidade




Complexidade



Por causa da Novela pela Tv Glogo, "Caminho da India", fotógrafos, têm "se esbaldado" nas fotos de fogueiras crematorias, de corpo meio queimados ou não queimados, atirados às águas do Rio Ganges..
É quase garantida uma volta à India, se as cinzas forem atiradas às águas sagradas do Rio que nasce e permanece das águas do Himalaia.
A visão de um corpo sendo incinerado, choca o Ocidental.
Para o nativo da India, é natural.
Uma psiquiatra amiga minha, disse: "Só importa a vida de agora, o momento presente".
A fogueira, diz que "não".
O cientista que descobre material que beneficie a Humanidade, o engenheiro que constrói uma ponte numa travessia desafiadora, essas pessoas, não seguram sua mente nem seu corpo. As fogueiras consomem os Miguel Angelo, Chopin, os controladores das naves espaciais...
A modelo recém falecida, que teve sepecemia, mulher de grande beleza, Duas Vezes Miss Mundo, teve amputados os pés, as mãos, porque a bactéria que estava nos rins, se
concentra nas extremidades do corpo humano; depois disso, perdeu parte do estomago,
fazia hemodialise, porque a bactéria estava nos rins...seu corpo não foi cremado, foi sepultado como cristão.
Em vez do homem focalizar somente a Idade de Uma Vida, devia também pensar em conquistar a Morte.
As fogueiras crematórias nas escadarias do Rio Ganges, jogam diante de belissimas construções, palácios antigos, a sua fumaça negra, exalando cheiro de carne queimada com sândalo, como um incenso permanente para a santidade do Rio Ganges.
No festival de Kumba Mella, os Grandes Santos da India, comparecem. O festival é nas margens do Rio Ganges. Babaji, o yogui crístico do Himalaia, cujo corpo humano não tem uma constextura da carne comum aos homens, Babaji é visto lavando os pés dos peregrinos da Kumba Mella.
Um grupo de mais de cem yoguis, completamente nús, perseguidos pela policia, vem saltando, gritando e dançando, para o festival de Kumba Mella.
Vi uma vez, um grupo de indianos remando umas canoas num rio. Eram muitas canoas, e os remadores investiam força total na velocidade dos barcos... ouvi do reporter: -
- A testosterona ali, está a toda!
Quando vejo o grupo de yoguis nus, perseguidos pela policia, tão alegres, recordo a frase:
- A testosterona está a toda!
A Eternidade, dança no Ar, espalha as fumaças das fogueiras para o Infinito...
Depois do corpo de Gandhi ter desfilado pelas ruas das grandes cidades da India, enquanto os aviões deixavam cair toneladas de petalas de rosas sobre o carro que levava o corpo, o corpo foi colocado na fogueira crematória. Faz parte da cerimonia, que o filho mais velho, rache o crânio do cadaver, antes de se atear o fogo; mas, o filho de Gandhi era alcoolatra e não estava em estado de cumprir a cerimonia, então, o filho mais novo, fendeu o cranio do cadaver.
Autoridades inglesas e indianas rodeavam a fogueira. O povo a volta do cenario começou a empurrar os que estavam de pé, em volta da fogueira; foi aí que a calma do inglês funcionou, para não haver um desastre, de serem empurrados para o fogo, as autoridades de pé:
- Sentem todos! gritaram os ingleses
Então, sentados, não puderam ser empurrados em perigo para o fogo.
Está proibido, pela policia, mas entre a povoação pobre, ainda fazem:
- A cerimonia do Sate. Isto é, quando o corpo do marido está sendo cremado na fogueira,
a viuva, cheia de bebida que tonteia, sobe na fogueira para ser queimada viva, com o corpo do marido - dizem que essa cerimonia é para abrir para o marido as zonas mais espirituais.
Eu li ha muito tempo, uma noticia dessas no jornal. A reportagem foi feita com um medico americano que assistiu tudo sem poder fazer nada.
Ele falou aos reporteres que deram muita maconha para a jovem viuva.
- Pobre moça, gritou tanto...
Tem uma cena dessas na novela Caminho da India - a viuva está hoje envelhecida e ela queria fazer o Sate - mas, estava grávida, e além do mais, na hora de subir para a fogueira, ela desmaiou...
Gloria Perez, não descuidou desse costume indiano, mas poucos perceberam do que se tratava...
clarisse