domingo, 28 de dezembro de 2008

Os Olhos do Transformador.



Os Olhos do Transformador.


Um dos aspectos de Shiva, o Nataraja Guru, é a Transformação na matéria para disceminar o Amor.
A encarnação do Avatar Crístico, ou Krishna, são seus olhos, seu olhar que nos olha num vazio, pois o olhar materializado identifica a Matéria, mas não fixa o Amor.
A matéria serve para sentirmos o Amor unificado.
Esse aspecto do Transformador, nos auxilia a sentirmos "de que não estamos sós", na Vida.
A matéria é o recurso para a manifestação do Amor.
Uma vez sendo realizada a fusão, ou, o instinto da fusão do Amor Divino com o homem, começa então a nova posição do Ego, a transformação da Mônada até onde será recebida
em que possamos reter em nossa posição de caminhante para o Divino.
O Além está conosco; é um coração que palpita e repercute na sístole e diástole, mas,
o Amor é o poderoso em Tudo - é a Face de Deus.
clarisse

sábado, 27 de dezembro de 2008

Estudo



Estudo




A mulher tem uma sensibilidade, que, se compativel com a Inteligencia, a auxiliará na análise da Gnose.
Mais sensivel que o homem, ela é um instrumento de cordas sensiveis às vibrações mais sutís do mundo dos deuses.
Em relação ao desempenho do Cristo na terra, a mulher era sua verdadeira realização. Os apóstolos eram seus guerreiros, mas a missão crística, precisava da polaridade para se fixar na Terra.
Como se fosse a concepção imaculada no imenso útero que é a Existencia Terráquea, a ação Crística precisava da gestação Divina, para ser ativa na Vida.
Maria, da cidade de Magdalo, era a Gran Sacerdotisa para essa missão.
Diante de Jesus, ela podia se apresentar: zélo pelo Imensuravel Receptaculo.
Os apóstolos, como masculinos, são os ativos - mas, o passivo feminino, a Mãe Divina,
a Imaculada, é a receptora, e Ela, eternamente dá forças aos infelizes para superarem suas provações, pois ela é a responsavel pela saúde espiritual "dos Filhos de Deus".
Uma vez ou outra, a Mãe Divina, produz um reforço sobre a Terra: surgem aparições suas
cultuando a água como veículo de cura para doenças e conforto para os necessitados.
O caso de Lourdes, na França, é um exemplo. Sua receptora, Bernadette de Soubirous,
tem até hoje seu cadáver conservado pelas vibrações que recebeu, quando transferia as vibrações para o povo à sua volta. Bernadette sofreu muito; sua tuberculose óssea foi dolorosa, até sua morte com 35 anos. E por que sofreu Bernadette? Porque, a Alma encarnada ainda necessitava da suprema purificação.
A Sacerdotisa do Cristo, foi Maria de Magdalo, conhecida no mundo Ocidental, como Maria Madalena: ela foi o Segundo Pilar do Templo Eterno, zelado pelos Maçons e Gnosticos do Mundo Inteiro. Através dos Dois Pilares, passa o Cristo, sustentado pela Polaridade do Universo.
clarisse

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Vaticinio


Vaticinio


No mesmo ano, 1500, que Pedro Alvares de Cabral, descobriu as terras brasileiras, ele, também deu uma "chegadinha" na India.
Os portugueses tiveram tres colonias na Costa do Malabar: Goa, Gamão e Diu.
O jesuita espanhol Francisco Xavier, nascido em 1506, mais tarde, também levou o Cristianismo para o Sul da India.
Hoje, existem muitos cristãos em Madurai, estado mediano na ponta da peninsula que é a India.... por isso, a Devadase de uma pequena colonia de artesões, se espantou com um Presépio no Dia 25 de Dezembro lá para os anos de 1750.
Ela, dançarina de um templo hindú, ficou olhando as imagens trazidas de Portugal, que formavam o cenário do nascimento de um menino, num comedouro de bois. Ela ignorava, naturalmente, que quem idealizou o primeiro cenário do nascimento de um Avatar católico, foi um monge italiano da cidade de Assis, conhecido como "Francesco", apelido
de "O Francês", por ser filho de mãe francesa.
Na India, os deuses de todas as religiões, se dão muito bem uns com os outros... os tamines, do Sul da India, se aglomeravam diante daquele cenário: um recem nascido entre animais domésticos... mas, Shiva, não tem o seu touro Nandi? Murunga, filho do deus Shiva com Parvati, não tem o seu Pavão? Hansa, o nome Ariano do Cisne, é título de Santidade entre os Yogues - Paramahansa!
A Devadase sorriu daquele cenário, levando a mão coberta de pulseiras, à boca, para não
ofender os adoradores cristãos, e, seguiu o seu caminho para o templo de Murunga.
Chegando ao seu destino, subiu os degraus da varanda, que atravessou, para entrar na
primeira sala do Templo. Fez uma prece diante do primeiro Altar e foi para a sala de instruções do seu Natuvanar, sobre os seus deveres de sacerdotisa do Templo. Mas, com ela, a Devadase, nesse momento, seguia um estranho pressentimento... o Avatar,
Representante de Deus na Terra, naquela caminha de palha, com os bracinhos abertos, parecia dizer à ela, que no intervalo entre os dois braços, iria ficar um
Designo de Deus, a ser cumprido, pois o Espaço seria Sagrado, até todo o Karma tecido pelos Vedas como a distancia entre as pontas de uma Cruz, ser inteiramente cumprido.
A Distancia entre Brasil e India, até quando Deus quiser...

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Sinais - de Trigueirinho - Jequitibá -





Sinais - de Trigueirinho - Jequitibá -



O Jequitibá da mata e o portal dimensional - Clemente (Dr. José Maria Campos)

Jequitibá, em tupi-guarani, significa o "gigante da floresta". E o jequitibá sabe o porque de seu nome. Ele é herdeiro de uma sabedoria ancestral, própria da consciencia dévica que rege a evolução de seu reino desde os primórdios da instalação da vida na superfície do planeta. Sabe também que uma floresta guarda segredos, oculta mistérios, razão pela qual cria em torno de si uma aura de respeito e reverência. E sabe ainda que um dia poderá partilhar com seres humanos sua ciência, sua vida e experiencia. E como nós humanos necessitamos dessa sabedoria!
Gigante, na acepção tupi-guarani, não é apenas um ser avantajado em corpo físico, mas sim um que abarca em sua aura e consciencia uma gama infinita de particulas e vidas. Significa ainda conhecer por dentro o destino de cada ente e de cada ser sob sua guarda, promover sua expressão plena e zelar pelos seus processos de vida e sua evolução.
Jequitibá, teu caminho leva por mundos internos. Penetra mistérios, desvela segredos, conduz à essência das coisas. Acolhe-nos em teu portal.

De Clarisse: Jequitibá é uma árvore gigantesca, de folhas miudas e cachos de flores amarelas na primavera. Moro numa Vargem, um Vale entre um circulo de montanhas que se assemelha a Sintra, em Portugal, onde tem nas encostas das montanhas, castelos em estilo mouro e indiano.
Dizem, que nesta Vargem, só existem dois Jequitibás: o que está no meu quintal da frente, perto da entrada, e um outro, que ainda não localizei.
Já, pela manhã, quando me levanto às sete horas, me dirijo à sala de jantar da casa, e abro a grande porta de quatro folhas, que descortina o quintal da frente. A primeira coisa que faço, é dirigir meu olhar para a copa do Jequitibá, que deixa ver pedaços do céu esparços por entre sua ramagem.. Experimento um impacto: é como se eu estivesse frente ao altar de uma catedral. Uma vibração transcedental me envolve e respondo com a devoção despertada. Me inclino ante à árvore, da varanda mesmo onde estou. Esse cumprimento todas as manhãs, é fluidico e transcedental - presentemente e para sempre.
clarisse
ao altar de uma Catedral.

Deus Sedutor




Deus Sedutor


Zeus, agora, é nosso Deus.
Ele ja se chamou Zeus e Jupiter - e teve outros nomes em outros continentes.
Quando a mulher está só, tristonha, aguarda um carinho d`Ele..
As deusas sabem`no sedutor e pode ser bom Amante.
Agora, que tive recentemente amarguras, só queria um pouco de carinho d `Ele.
Deus é uma constante Promessa.
D`Ele se espera tudo.
Nele nada falha - sim, Ele é Infalivel. A Sacerdotisa sabe que está rodeada de potência tão Perfeita, quanto Ele. Ela, a Serva do Templo, tem ciencia de que Deus está ao alcanse de sua mão. Deus torna as lágrimas da mulher uma Melodia Infinita, quando as lágrimas são cheias de Encanto e não contêm amargura. Deus, o Transformador, modifica a amargura. Ele, o Sedutor, transforma a Vida que está exposta na Vitrine do Mundo, um lugar admiravel - nós, ainda só podemos ver através da Vitrine; o Conhecimento, a Verdade do Mundo, nas Mãos de Deus, ele afasta, quando chegamos perto, para sentir o seu cheiro - o Infinito, é Infinito.... e por mais que tentemos Deus,
não conseguimos demove-l´O... e é para Isso que vivemos! Para te-l`O, porque Ele pode ser para cada Um.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

O VELHO DA MONTANHA



O VELHO DA MONTANHA

Numa povoação em serra de Minas Gerais, numa cabana de
Madeira de um cômodo só, isolado numa colina, vivia um

Velho de olhos azuis, que era conhecido como o Velho da

Montanha.

Uma vez por mês, um homem estranho, que se vestia como

Um "hyppie" , subia a colina e levava para o Velho artigos de

Higiene e alimentação integral, tais como bolachas, mel,

temperos do gênero macrobiótico; o Velho não cozinhava nada,

Comia o que não precisasse ser cozido.


Alguns turistas o procuravam, mas eram poucos, pois já corria

A informação de que o Velho não gostava de falar. Sentavam-se

Ao redor do Velho em silencio e em silencio, depois de um certo

Tempo, levantavam-se e seguiam seu caminho.

O Velho se vestia com um pano enrolado da cintura para baixo,

Como um doti indiano.


Um fenômeno começou a ser observado para os que procuravam

O estranho habitante da montanha: os visitantes tinham a

Impressão de que estavam sofrendo da visão. A figura do Velho

Não era nítida: embaçada como os que o contemplavam sem

Usarem os seus óculos de míopes, se tais eram, e aos outros,

Também.

O que estaria acontecendo com o Velho?


Um dia, o Velho foi encontrado morto. Isto é, o seu corpo

Abandonado como o casulo de uma crisálida – tão leve, que

Parecia ôco, mas a pele fresca e perfeita, sem uma mancha ou

Contusão. A boca esbranquiçada, os olhos sem a cor azul, os

Olhos que eram o seu encanto.

Na sua estranha vivencia, estranha para os que vivem

Uma vida normal e comum, o Velho percebeu que podia

Invadir os "intervalos" ; em seguida, o princípio ativo,

A "pedra de toque" na aparente separaçào da matéria,

Começando pelos intervalos entre as folhas e depois os

Outros invisíveis a "olho nú ". Essa experiencia foi aos

Poucos se transferindo para o seu corpo e o transformando

De acordo com sua respiração. Daí a impressão que

Causava de "embaçamento" na visão de sua figura.

A povoação fundou um Cemiterio, registrando-o, só para

Conservar o corpo do Velho com eles. Para não colocarem o

Corpo "de porcelana" em contato com a pesada terra, encheram

A cavidade de seu tumulo com os seixos do ribeirão que por alí

Corria, e assim ficaram com ele para todo o sempre – mas -

Recebiam bem os forasteiros, vendedo-lhes os produtos que

Cultivavam, negando-lhes posada, no entanto.

Aquela povoação tomou inveja do estado corpóreo do Velho da

Montanha, e em secreto, levava uma vida que por pouco que

Fosse, pudesse um dia lhe outorgar os efeitos da misteriosa

Existencia do querido Velho.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Amor



Amor


"Ame ao próximo, como a ti mesmo"
Eu, me amo?
É mais facil amar à Deus, do que a nós mesmos; porque, não somos a criatura ideal para
nós mesmos.
Quanto a mim, trouxe à Terra, nesta vida, tanta tribulação, que vejo em mim, mais aborrecimentos do que motivo para Amar.
Choro perdas: perdas que ja sabia que eram perdidas antes de virem para mim - e que eu jamais as possuiria "para sempre".
Sou capaz de amar quando apaixonada - o objeto de paixão, é muito amado, talvez mais que a mim mesma - mas, quando "o amado" me ocasionava um desgosto, "os dois sofriam".
Amar qualquer coisa na Terra, significa "posse". Se a posse é danificada, sofremos pela posse que tínhamos dela, isso mesmo ja disse Judu Krishnamurti.
Amar à Deus Sobre Todas as Coisas, é uma escapada - é uma forma de não sofrer.
Quando se ama Deus, estamos tranquilos, equilibrados. Se o Terror nos afronta, recuperamos em Deus.
A Vastidão da Matéria, é um apredejamento.
Só Deus nos pode salvar do sofrimento. Recorrendo à Energia Divina, aprendendo como um Santo, e não como um Mago, atenuamos o Sofrimento - e aí nos despedimos...porque não temos idéia de Deus...
clarisse