terça-feira, 30 de setembro de 2008


PROSTITUTA SAGRADA

A mulher perdeu sua grandiosidade, quando foi obrigada à obedecer á um comportamento cheio de leis em relação ao seu desempenho no mundo.
O que é Uma Prostituta Sagrada?
A Prostituta Sagrada era uma depositária da Essencia que origina a Humanidade.
Os Templos de Babilonia, Judéia, Assiia, e o mais tardar, India, honravam a Existencia com o desempenho dessa espécie de Sacerdotisas.
O Desvelo à Criação, era festejado, dignificado, pelas Prostitutas Sagradas. Qualquer atração de dois seres humanos de sexualidade diferente, tinha subentendido, o Amor. Fosse um "Pequeno Amor", às vezes, Um Grande Amor, devido à uma Grande Atração, a união sexual, estava incluida na Cerimonia Religiosa do Templo, como tributo à Deusa Existencia.
Uma celebração de Sexo, raramente descambava para um descontrole, mesmo porque, sendo bem dirigida por um Sacerdote Criterioso, a Vibração era tão grande, que persisitia dias no Recinto Escolhido do Templo.
É muito melhor celebrar o Deslumbramento do Gozo, do que a sangueira dos sacrificios,
fossem dos inocentes animais, aos humanos.
Um ser humano, após uma bem-sucedida relação sexual, deseja outra, óbviamente. A coisa pavorosa que eram os sacrificios humanos, não tem comparação com a Euforia das
Cerimonias das Bacantes - até, naturalmente, as entidades de baixa Evolução, se intrometerem para também, aí, insenirem a crueldade, como a flagelação e a morte.
Eu digo sempre: - É preferivel uma Bacanal à uma Tourada.
Os seres demoníacos estão sempre à espreita para agirem em qualquer oportunidade.
A Prostituta Sagrada não era uma sacerdotisa de Bacanais: seu objetivo era transmitir ao
ser humano uma satisfação que o deixando eufórico, ele se comunicava em sua euforia com a Divindade, geralmente uma Deusa.
A mulher é o receptaculo da semente da Vida.
A Semente da Vida, devia ser ornada com flores, perfumes e música..
A Sensualidade, Veiculo do Amor, não pode ser almadiçoada a ponto de hoje ser instituida a Circunsisão das Muilheres, com o fim de lhes tirarem o prazer do gõzo; isso é recurso do homem para não ser criticado no seu desempenho sexual - quando nisso poderá estar o maior desempenho da mulher na perpetuosidade da Vida.
clarisse

segunda-feira, 29 de setembro de 2008


O Canto do Senhor Abençoado - Srimad-Bhagavad-Gita

Lin Yutang - Sabedoria da India -
Traduzido da versão inglesa de Swami Paramananda por Sodré Vianna

Capitulo X - versiculo 15. - Ó Supremo Ser, Ó Origem dos Seres, ó Senhor dos seres, ó
Deus dos deuses, ó Regente do universo, Tu em pessoa, só Tu Te conheces a Ti por Ti mesmo.

O homem ansioso por sentir-se no Amor Divino, deseja seu transporte à Divindade, e sentir-se esvanecer na explosão do "só Tu te conheces a Ti por Ti mesmo"; pois o homem estando semelhante a "conhecer-se por Si mesmo", ele não pode imaginar esse estado; o Avatar, veio como sacrificio de Si próprio, para dar sua carne em alimento aos que desejam a Revelação - um símbolo como o dos Maçons, do Pelicano oferecer em alimento aos filhotes, o que existe em suas próprias entranhas. Símbolos e Simbolos, e a Verdade não importa, pois a Verdade nesse caso, é uma Mentira. A Verdade desaparece, foge do alcance do conhecimento. Nada é mais Verdade, do que se entregar em Sacrificio à Ela, a Verdade, ser consumido e devorado por Ela, A Verdade, como a simbologia da Esfinge que devorava os que não conseguiam decifrar seu Enigma. E porque somos sacrificados, para poder conhecermos a Verdade? Porque o sacrificio é a Doação da Vida. O Mistério da Existencia é a Sedução para o Conhecimento da Verdade. Símbolo dificil de compreender, é o Maituna, o gôzo da explosão na união provocada pela Sedução. O Maituna da Sedução Divina, a chegada ao ápice da união com a Divindade, onde nos perdemos, ganhando! Frequentar a Terra, com poderes despertos pela Divindade, muito conseguimos. Cada Vitória nossa num Bem que conforta o Mundo, é uma multiplicação para outras Vitórias!
clarisse

sábado, 27 de setembro de 2008

COMENTÁRIO


Queridos da Teosofia

Essa Epistola é de São Paulo Apostolo, muito querido por Dr, Osmar..
Me elevou às alturas, este trecho:
Tente affeição às cousas do Ceo, e não às da terra. Porque vós ja morrestes, e a nossa vida esta escondida em Deus com Jesus Christo.

Comentario de Clairsse:

Sim, na verdade estamos mortos. A nossa Verdadeira Vida é na Divindade de Deus, e na
Sua Criação - como darmos ciencia da Criação se não possuimos os Olhos dos Vivos para ve-la em Verdade? Por acaso, os Mortos Vêm? Nossa Verdadeira Vida está em
Deus e Jesus Christo,. seu Avatar - Na Ressureição, despertamos - tudo isso fazendo parte do Corpo Sagrado daquele que tem a Essencia de Deus.. O Sangue do Sacrificio na Cruz é a Evidencia de Deus no Avatar. A única vez que Deus nos apareceu, foi no sangue que correu do corpo do Avatar pelo madeiro da Cruz. O Sangue, deslizando no Espirito do Mundo pela face do Planeta, nas veias de nossos corpos, na nossa Alma, Placenta que nos une à Verdade de Nós, ainda não completados em Seres Despertos Filhos de
Deus, é o alimento Divino do Pai que nos gera, nos alimenta com a Verdade d`Ele, interpondo em Sua Sabedoria Pai e Mãe ao mesmo tempo, como androgenos somos.
A Vida e a Morte são a mesma coisa no Misterio de Deus - o androgenismo da Natureza,
tudo é uma Vida da qual ainda não compreendemos, porque tudo é um Presente Momento, na Eternidade da qual não temos o Principio e o Fim.
clarisse

sexta-feira, 26 de setembro de 2008


NADAJA VELHA
Nadaja não morreu velha.


Nadaja morreu com uns dezoito anos de idade.
Mas, ela tem resquícios de velhice.
Nadaja era uma mulher forte, agressiva, e apesar de moça, possuia rancores de uma mulher idosa que tinha vestígios de uma velha com profunda queixa da vida.
A sua filosofia de combatente, é confusa: ela entrevê entre as fagulhas das chamas no Espirito, uma sabedoria nata, que foi o entrechoque do seu confronto com a Vida. Bela, feia, suave, doce, sensual, caridosa... eram as personalidades que brigavam entre si.
Nadaja era tão forte, que afastou sua alma, por não querer compreende-la.
E a Alma vagava, suplicando entrada em seu Espirito e Nadaja sempre repelindo-a.
A Alma abandonada, procurava se ajustar ao Espirito que era Alma de uma Mônada.
A Alma da Mônada, não era como a integridade do Espirito com a Mônada - era a chama de uma vela,. em que, se coloca a mão na frente da chama bruxulerante, porque a chama
ainda não tem a Vida firme daquele que enfrenta uma encarnação com disparidades dificeis de conviver.
Nadaja era dividida, repartida, por isso não muito amiga de ninguém.
Ao mesmo tempo que solicita com os sofrimentos dos conhecidos, nunca indiferente com os que sofriam, não se apegava... por isso teve medo de se casar, de se comprometer,
até mesmo se tivesse filho.
Nadaja tange as cordas da Solidão como se essa fosse uma lira para se dedilhar uma composição inspirada em seus ciumes, suas paixões, seus amores não correspondidos...
Ela ama o espirito do homem que a abateu por ciumes - o ciumes desse homem é como uma coberta que Nadaja levanta as pontas para ver se existe ainda amor por baixo...
clarisse

Verona, caminho para a India.

Verona, caminho para a India.

Eu sempre fui muito aficcionada à leitura.
Também, apreciava filmes de arte, como a filmagem da historia de Romeo e Julieta.
Foi uma infancia e adolescencia voraz sobre peças de Shakespeare e outras historias da Literatura.
Com o término da segunda guerra mundial, muitos europeus vieram para o Brasil, refazerem suas vidas.
Uma dessas familias, veroneses, tiveram sorte com o emprendimento que escolheram: fotos ampliadas como telas gigantescas, que enfeitavam fundos de salas e ambientes de Bancos. Outra coisa que "pegou" muito na ocasião, foi ampliando quadros famosos e pintando-os depois por cima, dando oportunidade que pudessem ter obras famosas em suas casas.
Fiz amizade com os veroneses e ninei nos braços, uma linda menina que mais tarde, foi minha guia para a India.
Leslie Ronca, foi minha guia quando tinha 26 anos de idade, e naturalmente, partimos de Verona, norte da Italia, com seu dialeto diferente do italiano falado em Roma.
Fui para o Sul da India, pois no Sul poderia estar o Hinduismo do povo, sem o luxo dos palácios e fortes famosos, do tempo dos marajás. Interessante também, é que as provincias indianas tomadas pelos portugueses, Goa, Gamão e Diu, tendo a presença de
São Francisco Xavier, converteu grande parte da população do Sul, como a costa do Malabar, que também pode incluir Trivandrum, ao cristianismo. Eu me lembrava da encarnação passada na India, do Templo com montanhas baixas atrás - e foi isso que me orientou no seu "descobrimento". "Penei" muito na procura do meu templo. Duzentos e
cinquenta anos é um grande passado para o que na época era uma aldeia pobre e o templo mesmo,não tem a grandiosidade do templo de Menakshe, por exemplo - por fora, é uma maravilha em escultura, mas as naves por dentro, são pequenas. O alpendre fronteiriço do Templo, tem colunas que não vi mais em nenhum outro: cavalos empinados, tendo entre as patas de trás, figuras humanas. Mas, como ia dizendo, na procura do templo, eu fui à muitos orientadores de turistas e fiquei pasma eo verificar que eram cristãos.
- Mas, vocês são todos cristãos?
- Sim senhora; mas, tudo o que a senhora desejar sobre hinduismo, sou capaz de orienta-la.
Madurai, a Cidade Sagrada do Semen de Shiva, estava a seis meses sem chuva. A água vinda do sub solo, puxada com bombas, não fazia falta - se bem que ao prova-la, quase cuspi no rosto do garçon do hotel que m´a deu para provar: nunca pensei que houvesse uma coisa tão ruim como aquela água. Com uma temperatura de 50 graus, Leslie e eu, paramos de urinar. Leslie veio correndo para mim, aflita:
- Eu estou muito doente...
- O que você tem?
- Estou urinando uma poça amarelo escuro, do tamnho de um pires.
E eu respondi:
- Estou a mesma coisa, não se assuste: e estou me sentindo muito bem.
Com o calor intenso, o corpo humano reagiu, retendo o máximo que pôde de água no organismo.
O melhor mês para visitar a India, dizem, é Outubro.
Depois de localisar meu templo, chorar muito dentro dele nas minhas visitas, porque a maior lança invisivel que pode perfurar nosso corpo, é a materialisação do verdadeiro passado. Pode se equiparar ao nosso desencarne, quando regressamos ao plano que deixamos: o ambiente novamente visto, a lembrança da partida dalí para a Terra, com as promessas de que tudo iríamos levar "a bom temro", e as falhas cometidas, a fraqueza diante das provas... Fraquejamos mais do que triunfamos. Somos fracos, diante das Leis do Planeta. Em minhas lágrimas dentro do Templo, eu pedia perdão à Deus pela minhas falhas... e nem assim, me corrigí... ainda fiz muita bobagem... Mas o Templo me
deu força para me regenerar e continuar.
E depois de uma visita à cidade de Madras, voltamos para a Velha e tranquila Verona,
que na sua antiguidade e mudez, tanto tinha a me dizer...
Quando voltei ao Brasil, estarreci diante da Tv: Uma tempestade assolou Madurai, que foi
declarada "calamidade pública" - se eu tivesse ficado mais tempo lá, como poderia ter saido? E se não tivesse estado lá e nem escolhido a cidade, somente pelo impacto que tive ao ler num livrinho de turismo, este nome: "Madurai", teria me chocado aqui no Brasil, ao ouvir pela primeira vez: Madurai.
clarisse

terça-feira, 23 de setembro de 2008

CHITTA



Para o yogui, todos os embargos da matéria, podem ser dominados ou manipulados à vontade.
Quem não percebe a realidade do espiritual, é subjugado pelas obstruções do corpo humano.
A realidade do espiritual destrói a Ilusão da matéria dos Planetas. Pela Iluminação não estamos mais embargados pela densidade da matéria.
O poder do Espirito é tão grande que nada lhe faz frente.
Até uma Alma desencarnada pode permanecer na Ilusão da matéria. Uma Alma, pode atravessar uma parede, mas, se a Alma está muito presa`a densidade da matéria, ela pensa que é matéria densa também e se ilude, não conseguindo ultrapassar a parede.
Num sonho, eu tentava pegar uma folha de papel e meus dedos ultrapassavam o papel.
Se, numa vida terrestre, se consegue poderes sobre a matéria - "poderes" não é a palavra certa, pois "poder" é densidade e não espiritualidade, a Espiritualidade é um Estado em outra vibração e para um Espirito de grande pureza tudo o mais são designações, informações criadas,; para esse Espirito. A "realidade" é outra. As experiencias de uma encarnação, passam a ser outro aspecto da matéria. Uma pessoa se desabafa com outra, relatando preocupações que para a outra, não têm nenhum sentido... Conforme o Destino de cada um, a matéria tem um aspecto, que, para outro, não representa a mesma coisa. Assim, somos tão diferentes na matéria, devido principalmente ao que se pode denominar "karma", porque, sendo karma, o destino de um não é a mesma coisa para outro. Buda chamou essa disparidade de "Ilusão". Ilusão é olharmos para nós mesmos sob as atribulações, mas Chitta pode estar além e perto de tudo isso. O caminho errado é percorrer entre as atribulações pensando estar indo em direção ao Espirito. É mais lógico a "Inação" do que a Ação. Qualquer Ação parte da mente. A Inação também parte da mente - quando é comandada pela mente. Deixando a matéria se esfacelar, Amando o Espirito, colocando o Coração como agente melhor do que a Mente, é mais tranquilo. O Coração é poderoso - disso sabiam os Egipcios, quando o classificaram Hati, subconsciente, IB, evolutivo. Eu confio mais no Hati, subconsciente, pois esse não raciocina, É.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Nós somos os fantasmas.


Nós somos os fantasmas.
Como fantasmas errantes, tentamos habitar o "reino" do verdadeiro Ser, que é o Atman.
Tal como as Almas desencarnadas, procuramos tocar, agir no mundo que percebemos como um sonho, e principalmente habitarmos "esse mundo".
Nas meditações, por uma faixa de segundo, nos materializamos no Atman.
Não é uma materialização completa, pois então seríamos Um com o Universo, e um outro mundo que não somos capazes de definir, ainda.
Viver como Atman é todo nosso desejo.
Não existe um ciclo de Vidas, como nossas transformações em nossos mundos, que julgamos os "Verdadeiros", na nossa Ilusão que perdeu o sentido Real do Ser.
Um pouco de Atman, temos em nós.
Nos apoderarmos desse pouco e vivermos Ele, o Atman, é nossa ambição de regeitados por não termos ainda transformado (ó deus Transformador, Shiva!) a nossa regeição nas
qualidades de um Deva.