quinta-feira, 9 de julho de 2009
terça-feira, 7 de julho de 2009
Livro dos Mortos dos Antigos Egipcios - Grégoire Kolpaktchy

Eu sou Horus que percorre milhões de anos
A Palavra e o Silencio estão equilibrados em
minha boca
Sentado em meu Trono eu exerço o comando ...
Na verdade, minhas Formas agora estão invertidas
Eu sou Unnefer, o Ser perfeito,
Deus que se conforma aos Ritmos dos Tempos.
Minha essencia está escondida no meu Ser.
Só estou!... Só... Só...
Só percorro as solidões cósmicas...
Em verdade, eu moro no Olho de Horus
E nenhum Mal não saberá me atacar.
Eis que abro as Portas do Céu
E que envio Nascimentos para a Terra
E a criança por nascer
Não será atacada pelo sentimento que o envia `a Terra...
Eu sou o Ontem.
Eu sou o Hoje.
De inumeras gerações.
Eu sou aquele que vos protege, todos os dias de vossa vida. .
Oh vós, habitantes da Terra e do Céu!
Aqueles do Norte, do Sul, do Leste e do Oeste!
Na verdade, o pavor diante de mim serra vosso coração!
Pois eu me modelei e me formei a mim mesmo.
Interpretação de Clarisse
Eu sou o deus Horus que percorre milhões de anos. Portanto, sou igual à um deus. Sou como um deus. A Palavra e o Silencio, estão equilibrados em mim, pois tenho essa origem, e minha vida na Terra, tem que reabilitar essa separação. Sentado no trono como
um deus, e tendo natureza divina, eu posso exercer esse comando. As minhas "formas" na Terra estão ao contrário das que estão no Lado de Lá, o lado da Morte. Eu sou um Ser perfeito, que como deus, se conforma ao ritmo dos tempos. Minha essencia divina estando em mim, transforma isto e harmonisa. Só estou, Só percorro as Solidões Cósmicas, porque as conheço, e o Cosmos e eu somos como semelhantes. Moro no olho de Horus, e mantido na Vida do Deus, nenhum mal tem poder de me atacar - desde que eu saiba me equilibrar com o deus. Eis que envio almas para nascerem na Terra, e
a alma nascente, não será atacada pelo que motivou sua encarnação, pois lhe porei ao alcance sua defesa. Aquele que é senhor do ontem, do hoje e do amanhã, lhes dá a Eternidade, que é sua Herança e o poder de urufrui-las. O pavor diante de mim cerra vosso coração - o que atemoriza a divindade, cerra vosso coração, mas estejam lembrados, se o deus se fez a si mesmo, vocês têm esse mesmo poder.
segunda-feira, 6 de julho de 2009
O Envelhecimento do Espirito

O Envelhecimento do Espirito
Clarisse de Oliveira
Já lí, não me lembro agora onde, que o Espirito Envelhece.
Se for verdade, o envelhecimento não será do Espirito, mas, de sua atuação. Retido na sua crisálida, o Espirito, ja esgotando o que lhe está por fazer, de acordo com sua atual capacidade, ele, em seu "especial organismo" já se exprai em outra Dimensão; assim, ele "renascerá" para outra aplicação; portanto, são os Estágios que se apresentam diferentes, e os Estágios fazem parte da Eternidade, mas também, fazem parte da Transmutação.
A atuação do Espirito, depende da "Região", e não dele. O Espirito se adapta e se transforma. A Inteligencia, é um Livro Divino, em que, conforme a Evolução, se capacita ao mais apto para maior discernimento e compreensão.
A pretensa Solidão, é esquecimento do Espirito. O Espirito tem capacidade para se auto promover, desde que, a Direção da Promoção, seja vinda de Deus.
sábado, 4 de julho de 2009
A árvore da morte

Aos nos dirigirmos à árvore de Pequi, cujos frutos eram os preferidos do Dr. Lund, o dinamarquês que retirou esqueletos de animais antidiluvianos da Lagoa Santa, Minas Gerais, afim de sermos filmados numa homenagem do Centro de Arqueologia Brasileiro, me apontaram imensa árvore, me dizendo:
- Naquela árvore, Fernão Dias Paes Leme, enforcou seu filho, que estava sempre ameaçando se apoderar da chefia da Bandeira.
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Comunicação com um fantasma

Ah! Pudesse eu, te revelar ao mundo!
Pudesse eu, como Ptonisa, Ptonisa de ti, intuindo tua mensagem, que, por palavras, poderia te revelar ao mundo.
Afinal, oculto entre as brumas do Espaço, quem dará valor às tuas palavras?
Existes? Sim, existes...
Violento, sábio, a espera de uma sacerdotisa só para você.
"Deus percorre um caminho misterioso
Para executar os seus milagres;
Deixa suas pegadas na água,
E cavalga a tempestade
William Cowper
Planeta - Toques de Sabedoria"
Parte III - No Caminho da Transformação"
Se, pertencemos ao Organismo de Deus, fazemos parte dessa caminhada sobre a água,
e envolvidos na Tempestade, mal somos identificados; nossos valores morais, nossas faltas, que como parte do Organismo de Deus, teriam suas razões para serem perdoadas,
quando nossa Transformação revelasse o que de melhor existe em nós.
A Percepção da Verdade, é sutil, mas, compreendemos que é Verdade, porque a Verdade não se mascara.
A comunicação com as Almas, faz parte do mundo dos Vivos, uma vez que, o mundo é das Almas dos Vivos.
A percepção do Espirito, faz parte da Sabedoria, mas a percepção da Alma, faz parte da vida humana - os problemas da cozinheira, na sua pobreza, com a sua familia, no momento de matar uma galinha no quintal, para os patrões, é Alma, aí está a Alma, que os comedores de carne não percebem e como têm o sentimento embrutecido,
podem gritar:
- A Alma não existe!
O animal morto barbaramente, ainda se for exigido "ao Môlho Pardo" com a cozinheira segurando o animal que estrebucha, para o sangue ser colhido para o môlho, A Alma, está presente... se fosse percebida, essa barbaridade não seria feita...
É muito fácil o ateu gritar a descrença... o corpo sofrerá na doença, e a Alma que não pode ser maculada e por isso poderia ser refúgio e restauração para o humano, está ao seu alcance, mas o humano não sabe o que está percebendo... quase como um animal...
clarisse
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quinta-feira, 2 de julho de 2009
Em Veneza

O mago Gianfranco, subiu ao seu quarto, após um passeio pelo cemitério de Veneza.
Ele contemplava distraidamente uma caixa de prata, em que guardava abotoaduras.
Veio-lhe à lembrança, a imagem de Clara, a pequena Clara, de longas tranças de cabelo castanho.
Onde estaria Clara?
Gian, como era conhecido na cidade, dera à Clara, um cortador de papel, cujo cabo, era como o "amarrador" de madeira da ré das gôndolas; isto é, como um "pente" entre cujos dentes, ao encostar a gôndola, amarrava-se o barco, passando a corda por entre os "dentes de madeira" ao mastro do ancoradouro.
Por onde andaria Clara?
Deitou-se o mago em sua cama de madeira dourada, contemplando o teto, pintado de azul.
Seu pensamento viajou ao encontro de Clara.
Ele a encontrou, aparentando uns trinta e poucos anos, pensativa, com uma cruz de madeira negra, engastada numa cruz estojo, de prata.
Parecia solitária, não aparentando que tivesse casado ou morasse com outras pessoas na casa onde residia.
O mago encostou seu corpo fluido junto ao corpo carnal da jovem.
Ele a sentiu muito triste e projetou em seu espirito, a idéia de que poderia se locomover sem o corpo carnal, para muitos lugares, onde observaria paisagens do outro lado da materia.
Logo, Clara saiu de seu corpo e o espirito de Clara, encarou o espirito de Gian. O mago fez um sinal com a mão, para a janela aberta do quarto, intuindo-lhe a possibilidade da liberdade em espirito.
Clara logo percebeu que tinha de reter a parte alquímica do novo ambiente: a parte alquímica, não tinha nada de comum com o ambiente material conhecido. Clara se tornara "outra pessoa", leve, sem um resquício de mágoa ou ressentimento. Como se tivesse recebido um banho de eflúvios revificadores, ela se recompunha num estágio semelhante aos que entram em êxtase.
O mago a contemplava bela, magnifica, emanando uma luz reconfortante, da qual Clara poderia usufruir e também enviar para outros seres.
O mago em espirito, regressou à Veneza, estando ciente de que agora teria uma fada à sua disposição.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Fortaleza indomavel

Fortaleza indomavel.
Aquele que varou mais de duas centenas de anos.
Felizmente, tem a mim, para zelar pelo seu valor, para os séculos vindouros, quiçá, os milenios.
Orgulho-me de ser a pedra sobre a qual ele apoiará o pé, para dominar o planeta e o Céu.
Até, se a pedra se esfarelar em terra, que a terra seja enriquecida pelos meus restos, até o Infinito.
No Infinito, para ele, serei sempre o Começo - em tudo - nos percalços, na Vitória.
Poderei me perder, ficar sem voz no Eco do Infinito, ainda que em Eco, lutarei com ele,
para que nunca se perca uma batalha.
clarisse
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