domingo, 19 de outubro de 2008

O Fantasma


O Fantasma

Houve uma morte por uma atitude passional.
Ha dois séculos atrás, a arma de gente pobre no Sul da India, era arma-branca.
Porém, a que morreu, no interior do templo para onde correra afim de se proteger, reencarnou.
Uma reencarnação sofrida - posso dizer: familia intratável, corpo cheio de doenças....
...é que, a sensualidade em vez de encher a taça do corpo com beleza, enviou a taça à Terra, cheia de matéria mal cheirosa.
O amante, não retornou.
Ele era belo, em carne, continuou belo em espirito. Era inteligente e protegia um segredo.
A medium disse à mulher reencarnada: - Ele é mais evoluido que você... pois você veio e ele ficou.

O Segredo, foi se revelando pouco a pouco.
É uma imensa rosa branca desabrochada, que a mulher tem que regar ou com suas lágrimas, ou com a água mais pura do Espaço.

O Segredo é a Voz que não se cala. A Voz soa ininterruptamente, para ser depositada sobre a Rosa Branca.
A Rosa é eterna - ela é o Universo.
Todo sentimento humano, só pode ser explicado de duas maneiras:
- Uma, o impulso desesperado de não perder.
- Duas, a ação Divina que separa a qualidade do Ser de sua perdição.
Não é de sua fraqueza, mas de sua perdição. A fraqueza é algo substituivel, para ser recomposto; a perdição tem que ser recomposta com a Essencia Divina do Ser, com a segurança do Eixo que sustenta a Criação.
Aquele que resvalou na Perdição, pode ser o mordomo do Palácio do Rei.
Das brumas que envolvem o castelo do Aristocrata Rudolf Steiner, Governador do Departamento das Reencarnações, surge o decreto de Transformação. Se aquele que resvalou na perigosa beirada do Abismo da Perdição tem a Essencia da Recomposição,
ele leva a Rosa Branca ao Palácio do Rei.
Agora, o trabalho de dois seres para construirem um Espirito Em Pureza, desfazendo as cinzas das cruéis queimadas do Karma, ilusões da matéria, como diria o Buda Sidharta,
é dissolver o Raciocinio para que os Vestigios da Verdade desfolhem a Rosa Branca no
vislumbre da Divindade Imaculada.
clarisse

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Entre as nuvens




Entre as nuvens



Caminhar, não é bem o termo, ou o verbo; porque, "caminhar" é andar com as pernas, e as Almas não têm pernas.
A Alma se transforma numa projeção.
A projeção se projeta, em vez de "caminhar".
A Pojeção é algo a se analisar, muito dificil, pois cada um tem uma sensação na Projeção.
O Caminhar pode ter várias maneiras: com os pés sem virarem para fora, como o fazem as modelos que desfilam na passarela.
- nas pontas dos pés, quando não querem fazer ruido nos passos.
- de vagar, de pressa.
E muitas outras formas de caminhar, devido às circunstancias.
A Projeção, como diz o nome, "se projeta", assim, quase é a mesma coisa, pois para a
Projeção, todo lugar é lugar - tanto assim, que a Projeção pode se manifestar "em vários lugares ao mesmo tempo".
A Alma não está circunscrita em parte alguma, pois "lugares" só existem na Terra. No
Astral, todo confronto é outra coisa. No Astral, não é a Alma, o Sujeito, a principal coisa:
no Astral, o estado, a definição, é que são as principais coisas. Assim, pode-se definir:
- a Alma se encontra em... - tudo a volta da Alma, que não tem nariz, boca, olhos, ouvidos, mãos, pés... é definido como sua "situação". A Situação é o carater da Alma.
Assim, no Astral, nada se pode ocultar. A Alma é Definição, Caracteristica. A presença da Alma, nos toca por sua Emanação Caracteristica - é a Emanação que nos toca primeiro - e, se pudermos "conversar" misturando nossa emanação com a emanação da Alma, temporariamente deixamos nosso envolucro físico, apagamos os sentidos de ouvir,
principalmente de ouvir, uma especie de Audição existe a nossa volta que nos identifica com o Mundo Espiritual. Se pudermos manter ao mesmo tempo, esse contato com o Espirito e o contato terrestre, teriamos quase permanente um Estado de Paz.
Naturalmente, o que aqui está escrito, ja deve existir, com outras orientações e definições, mas, o que escrevi, é o que concerne a minha maneira de sentir.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Coração Evolutivo


Coração Evolutivo


Coração que é colocado no lugar de predominancia que os deuses do Egito lhe dão.
IB faz parte da Pleiade dos deuses.
IB sabe receber, compreender, evoluir.
No corpo humano, não é retirado da múmia - uma vez que IB é responsavel pela evolução daquele que o envolveu.
Com a "Descoberta" do Egito por Napoleão Bonaparte, muitas múmias, tiveram sua remoção heretica, e, foram servir de ornamentos em mansões; outras foram até para as caldeiras das máquinas a vapor, como combustão para movimentar trens. Logo se espalhou que pedaços de múmias curavam doenças e foi "um tal" de fazer medicamentos com pedaços de múmias... Agora, penso e repenso, "na minha mumia egipcia" com meu coração sagrado, por onde andará? Séculos e séculos, religiões, templos, órdens hermeticas, outros corações, que foram cremados e não santificados pela responsabilidade dos deuses, onde estará "aquele" que os sacerdotes abençoaram e responsabilizaram pela minha Alma e dotaram como reliquia para o Espirito? Se não conduziu algum trem pelas montanhas da Europa, se não participou de festins e jantares em castelos e mansões, se ainda está no Egito, no Egito, que é o Céu aos avessos, pois
a religião era a Vida, a Atmosfera Religiosa único objetivo do homem na Terra: trazer a Verdade Divina para a Existencia nas margens do Nilo Sagrado, e, revelada dentro das Piramides, responsabilidade dos Emissários Esotéricos.

Coração Subconsciente


Coração Subconsciente


É dificil falar sobre o corpo Astral.
É dificil falar sobre "a personalidade".
Imagino que o Astral e a Personalidade tragam caracteristicas do ser humano, caracterisitcas que se transformam a medida que o ser encarnado no mundo vai se transformando pelos percalsos e todos os acontecimentos da Vida.. O coração, palpita nesse conjunto de acontecimentos, que levam o coração para chorar as tristezas e se rejubilar com a alegria. Nós não temos percepção de que esse outro "eu" que se transforma, é o coração que se sobrecarrega com o destino do homem na sua vida terrestre. O coração, simbolo do amor terrestre e do Amor Santificado, é nossa propria Vida. Esse órgão, séde das hemoções, afetado quando o ser humano sofre uma grande comoção, a ponto de causar a morte na criatura, ele acompanha o Astral, como o Coração Subconsciente e séde da próxima etapa em outra encarnação.
Séde do Destino do homem, nele se desenvolve o sofrimento e o júbilo.
Após o suplicio da cremação, o carrasco recolhe intacto o coração de Jeanne D Árc - e pode te-lo jogado no rio que corre próximo àquele lugar, como era costume que as visceras dos queimados fossem atiradas nos rios - é uma pena, porque se esse coração ainda persistisse, nós teriamos a Donzela de Orleans ainda muito tempo entre nós.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Abismo



Abismo


O Abismo está na separação das Vidas, das Encarnações, ou...somos Nós Mesmos?
Os homens, estudantes de yoga, sentem e nos trasmitem que o Abismo somos nós mesmos.
Eu, como sou mulher, e olho ao longe a India, e o Brasil, onde estou, julgo que tudo está no intervalo das duas Vidas.
Não sei colocar o Abismo em mim, ou não quero, pois não me sinto bastante crescida em mim mesma, para tomar sobre mim, toda a razão das provações e de sobrepujar as fraquezas que me iludem, me mantendo sem desfazer as ilusões que me impedem de vislumbrar as aparencias da Divindade.
A Divindade me eliminará, sei disso. Tudo é Deus, Divindade, portanto sermos uno com a Divindade, não teremos problemas nem purificações que eliminem os impedimentos da fusão na Divindade.
Mas, o Abismo é tão belo... visto no Espaço Sideral, na outra margem, na margem que mantemos, para nela, colocarmos a India, mantida em nós pela Saudade que sentimos dela, uma saudade impregnada de afeições terrestres, como da adoravel mãe, o beijo insubstituivel do namorado, a dança na frente do Templo, como um ser sobrenatural, dançando envolvida pela fumaça da fogueira, mais bela que as estrelas no céu limpido,
a batida dos tambores substituindo o latejar da energia, e então, toda essa força unida diante da porta do Templo, recuando para deixar o Espaço para a Yoga, o suspiro dos mestres misturado ao ritual da respiração, a Energia Sagrada ascendendo pela Sushumna para rasgar o Ajna Chakra na fronte entre os olhos, eu sei que a mulher que pode viver esse momento, provoca inveja nos homens... nos homens, com a austeridade deles como mestres fortes que são, e que nós mulheres com uma frequeza que embrulhamos em nossa sensibilidade feminina que guarda a sutileza finissima do Amor que transporta e identifica o desejo da Divindade em se revelar numa maneira tão sutil, quando chega ao Anahata para então receber Toda Vontade de Deus.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

O Cordeiro


O Cordeiro


A semente "não vivificará, se primeiro não morrer"[xiii]. Por isto mesmo, no Paramusha Sûkta do Rig Veda[xiv], fonte e origem de todas as religiões posteriores, está dito alegoricamente que "o Purusha de mil cabeças" foi assassinado quando se fundou o Mundo, para que de seus restos nascesse o Universo. Isto não é nada mais, nada menos, que a base, a semente em verdade, do símbolo do Cordeiro sacrifical, que se encontra sob múltiplas formas em várias religiões, inclusive no Cristianismo. Temos aqui um jogo de palavras. O termo sânscrito "Aja" (Purusha ), com que se designa o Espírito Eterno, o "não-nascido", quer dizer também "cordeiro". O Espírito como que desaparece, ou morre (metaforicamente) ao descer na matéria - e daí a alegoria do sacrifício do "não-nascido", ou do "cordeiro".

O trecho acima, foi retirado da Teosofia de Mme. Blavatsky, publicado na parte da Teosofica que está a disposição dos membros da Sociedade Virtual - e que eu li esta manhã, me reestruturando no enigam do Cordeiro, por que sempre me debati para o seu
esclarecimento.
A mitologia Grega, sobre a Viagem dos Argonautas à Ilha onde está o Velo de Ouro que é a pele do cordeiro, guardada numa Ilha por um dragão, encerra um mitico encinamento.
O Velo de Ouro que é sagrado, cura todas doenças, foi procurado por uma equipe de homens, os Argonautas, protegidos pela esposa do deus Zeus (Jupiter) que seguiram num barco, o Argos. Até a chegada à Ilha, passaram por muitas provações, como passamos até à Revelação da Compreensão do Sacrificio de nós mesmos até a Revelação. O Velo de Ouro foi conseguido também com a ajuda de Medéia, uma maga (iniciada)
que derrubou e venceu muitos obstaculos para os Argonautas. Aí se vê que o proprio iniciado faz nascer obstáculos para si próprio. Jasão, o principe que faz essa jornada para se colocar no trono de seu país, quer dizer, nós governarmos a tragetória de nossa alma até entroniza-la na sua equiparação de chispa divina no lugar de Si Mesma.
clarisse

quarta-feira, 1 de outubro de 2008


Inteligencia

A Inteligencia, a meu ver, faz parte da evolução do ser humano.
A Iluminação é uma vela que o ser humano leva acesa para iluminar o Intelecto.
A Inteligencia Iluminada leva ao Raciocinio do Espiritual.
Nada mais útil ao ser humano do que uma Inteligencia Iluminada, pois leva a criatura a discriminar o Verdadeiro para Si próprio, tirando o Ser de Criações que a Humanidade gera para mentes sem um conduto que pode ser despertado pela Inteligencia Iluminada.
O Individuo que tem capacidade para discriminar e selecionar a Verdade para seu Espirito, é um ser em que podemos confiar, pois ele é honesto conosco e em todas as ocasiões, será um amigo fiel.
A Inteligencia não tem Dimensão.
Já me expuseram que o Amor pode nos desvendar a Divindade, enquanto eu expunha a Verdade.
A Verdade era o Excelso no Egito. Eros, o Amor, podia ser na Grécia. Mas, na minha opinião, tanto a Verdade como o Amor não podiam jamais trair o ser. Tanto num como no outro, existe o Enquadramento Perfeito, as arestas invisiveis, Esqueleto Divino de Nosso
Espirito.